O Departamento de Patrimônio Imaterial – DPI, do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – Iphan, abriu prazo para a manifestação da sociedade sobre o pedido de inscrição do Complexo Cultural do Bumba-meu-boi do Maranhão no Livro de Registro das Celebrações. O comunicado está publicado no Diário Oficial da União – DOU, de 24 de junho de 2011, com prazo de 30 dias para a manifestação que deve ser enviada por correspondência para o novo endereço da presidência do Conselho Consultivo do Patrimônio Cultural – Presidente – SEPS, 713/913 bloco D, Edifício Lucio Costa , 5º andar – Brasília – Distrito Federal – CEP: 70390-135.

A proposta de registro do Complexo Cultural do Bumba-meu-boi do Maranhão como Patrimônio Cultural do Brasil foi apresentada em 2088 pela Comissão Interinstitucional de Trabalho. O grupo é composto pela Superintendência do Iphan no Maranhão, Secretaria de Estado de Cultura, Fundação Municipal de Cultural, Comissão Maranhense de Folclore, Grupo de Pesquisa Religião e Cultura Popular da UFMA, representantes dos Grupos de Bumba-meu-boi dos Sotaques da Baixada, Matraca, Zabumba, Costa-de-mão, Orquestra e de Bois Alternativos e representantes e membros de grupos de Bumba-meu-boi e da comunidade.

O Bumba-meu-boi é uma festa tradicional onde a figura do boi é o elemento central. Reúne também outras manifestações culturais e, por isso, é chamado de complexo cultural. Muitas vezes definido como um folguedo popular, o Bumba-meu-boi extrapola a brincadeira e se transforma em uma grande celebração tendo o boi como o centro do seu ciclo vital e o universo místico-religioso. Profundamente enraizado no cristianismo e, em especial, no catolicismo popular, o Bumba-meu-boi envolve a devoção aos santos juninos São João, São Pedro e São Marçal. Os cultos religiosos afrobrasileiros do Maranhão também estão presentes na celebração, como o Tambor de Mina e o Terecô, caracterizando o sincretismo entre os santos juninos e os orixás, voduns e encantados que requisitam um boi como obrigação espiritual.

As apresentações dos Bois ocorrem em todo o estado do Maranhão e durante todo o ano, mas concentram-se durante os festejos juninos. Seu ciclo festivo e de apresentações pode ser dividido em quatro etapas: os ensaios, o batismo do boi, as apresentações e a morte. O Bumba-meu-boi do Maranhão comporta, ainda, diversos estilos de brincar, os sotaques, com destaque para a Baixada, a Matraca, a Zabumba, a Costa-de-mão e a Orquestra, entre as muitas variações de estilo, além dos Bois alternativos. Alguns aspectos caracterizam a celebração como o boi, a festa, os rituais, a devoção aos santos, as músicas, as danças, as performances dramáticas, os personagens, os artesanatos e ofícios, os instrumentos e o caráter lúdico. Desta forma, a celebração articula várias formas de expressão e saberes, o que torna o Bumba-meu-boi uma manifestação com grande capacidade de mobilização social, reforçando laços de solidariedade entre os brincantes e contribuindo com a reconstrução da identidade social e cultural.

Mais informações
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Fonte: Ascom/ Iphan-MA

Prezados,

Em agosto, estaremos realizando em nossa cidade o ” II Encontro Nacional de Mergulho Adaptado em Arraial do Cabo – celebração dos 20 anos da HSA no Brasil”. Será um evento com o objetivo iniciarmos um trabalho em busca de um novo mercado, onde uniremos a consolidação de nossas belas paisagens e mar perfeito para o mergulho, com a necessidade de novos destinos preparados para receber todas as pessoas, sem restrições.

Tornar uma cidade acessível não é nada fácil, e é por isso que pequenas ações devem surgir para que aos poucos, e juntos, consigamos chegar a este patamar de ser uma cidade bonita e acessível a todos.

Nosso evento surge de uma parceria entre a Prefeitura de Arraial do Cabo e a HSA (Handicapped Scuba Association ), uma entidade que capacita instrutores de mergulho a trabalharem com o mergulho adaptado.

O evento acontecerá nos dias 05, 06 e 07 de agosto, no Cinema Municipal, onde acontecerão palestras, apresentações artísticas e o seminário de instrutores e mergulhadores HSA. Também haverão atividades na Pousada Paraíso do Atlântico (batismo em piscina) – onde foi a primeira edição do evento em 1998 –  e também na Marina dos Pescadores (saída para passeio e mergulho).

A Secretaria de Turismo em parceria com a HSA Brasil, ajudará na viabilização do curso aos Divers Masters das Operadoras de Arraial do Cabo.Durante o evento, será lançado o selo de mergulho adaptado, onde as operadoras de mergulho poderão se certificar e vender este novo produto para as pessoas com deficiência que desejarem desfrutar da beleza subaquática sem igual de nossa cidade.

Contamos com os senhores (as) para divulgarmos este evento, que será o pontapé inicial para que grandes trabalhos relacionados ao turismo e a acessibilidade aconteçam e nos colocamos a disposição para mais informações.

Veja programação compelta em

http://www.mergulhobrazil.com.br/mergulho/NOTICIAS-MERGULHO-1815-II+ENCONTRO+NACIONAL+DE+MERGULHO+ADAPTADO+2011.htm

Boa tarde,

Ontem, alguns de nós falávamos das saudades que estamos sentindo uns dos outros… De quanto o tempo passou rápido. Já são quase um ano que nos vimos pela primeira vez, alguns primeira e única, outros duas… Mas tenho certeza de que um dia iremos todos nos encontra de novo… A Karol do Rio, por exemplo, está se mudando para Goiás no segundo semestre… Aproveito para desejar parabéns a ela por essa conquista.
Voltando a falar de saudade, muitos disseram e dizem: “não se faz amigos em apenas 10 dias, é muito pouco tempo!”, eu digo  a esses o seguinte:
46 jovens viajando juntos.
Passando por vilas e cidades, cachoeiras e rios, bosques e florestas…
Não faltaram os grandes obstáculos.
Freqüentes foram as cercas, ajudando a transpor abismos…
As subidas e descidas foram realidade sempre presente.
Juntos, percorremos retas, nos apoiamos nas curvas, descobrimos cidades…
Chegou o momento de cada um seguir viagem para o seu aconchego…
Que as experiências compartilhadas no percurso até aqui sejam a alavanca para  alcançarmos a alegria de chegar ao destino projetado.
A nossa saudade e a nossa esperança de um reencontro aos que, por vários  motivos, nos deixaram, seguindo outros caminhos.
O nosso agradecimento àqueles que, mesmo de fora, mas sempre presentes, nos  quiseram bem e nos apoiaram nos bons e nos maus momentos.
Dividam conosco os méritos desta conquista, porque ela também pertence a  vocês. Uma despedida é necessária antes de podermos nos encontrar outra vez.

Que nossas despedidas sejam um eterno reencontro.
Afinal, somos jovens e o nosso patrimônio é o mundo!
A nossa REJUPAM ainda permanece e permanecerá por muito tempo, mesmo que nos corações de cada um de nós.
Já dizia Mario Quintana: ” O tempo não pára! Só a saudade é que faz as coisas pararem no tempo…”
Que nem a saudade façam as coisas e a nossa amizade parar!

Estou escrevendo esse e-mail com lágrimas nos olhos,cheio de saudades … E muito feliz, estou aqui relembrando o rosto, a voz e conhecendo a fundo o projeto de cada um… Acabei de receber  o catálago e o video do Fórum. Muito obrigado a cada um de vocês que compartilharam cada momento comigo. A gente se vê por aqui!

Adoro  vocês!
Saudades, e beijo pra quem é de beijos ! Abraços pra quem preferir!

“Todos os dias é um vai-e-vem
A vida se repete na estação
Tem gente que chega pra ficar
Tem gente que vai pra nunca mais
Tem gente que vem e quer voltar
Tem gente que vai e quer ficar
Tem gente que veio só olhar
Tem gente a sorrir e a chorar
E assim, chegar e partir”

Do vilaboense, Brasil de Bastos.

A Russia acolherá em São Petersburgo a 36ª Sessão do Comitê de Patrimônio Mundial, em 2012, ano em que a conveção completará 40 de existência

Aprovada por unanimidade pelos membros do Comitê do Patrimônio Mundial, da Unesco, em Paris, a Embaixadora Eleonora Mitrofanova, Delegada Permanente da Rússia junto à Unesco, como a Presidência do Comitê do Patrimônio Mundial que passará a Rússia.

A próxima reunião do Comitê será realizada de 25 de junho a 05 de julho de 2012, na cidade de São Petersburgo, capital histórica russa, um dos maiores centros culturais da Europa.  O seu Centro Histórico e grupo de monumentos anexos estão declarados como Patrimônio Mundial. Conhecida como a “Veneza do Norte”, por seus números canais e pontes, constitui-se em sítio de rara beleza e monumentalidade, onde o barroco e o neoclássico se fazem presente de modo expressivo. Nessa ocasião, será julgada a candidatura da cidade do Rio de Janeiro, como paisagem cultural, à Lista do Patrimônio Mundial.

Comporão as Vice-presidências do Comitê, pela América Latina e Caribe, o México, pela Europa e América do Norte, a França; pelo Mundo Árabe, Emirados Árabes Unidos; pela África, África do Sul; e pela Oceania e Pacífico, Austrália.

Nessa reunião, muitos temas relevantes serão tratados, especialmente as propostas referentes ao futuro da Convenção, que deverão ter seus resultados divulgados em reunião especial comemorativa dos seus 40 anos de existência e que será realizada no Japão em 2012.

Um terço dos membros do atual Comitê serão renovados, ao encerrarem seus mandatos, como o Brasil. Os novos membros serão eleitos na Assembléia Geral dos Estados Partes, em Paris, em novembro próximo.

Fonte: Assessoria de Relações Internacionais – ARIN/Iphan

A Diretora-Geral da Unesco, Irina Bokova, abriu a 35ª Sessão do Comitê do Patrimônio Mundial, em Paris, na França, destacando os desafios que cercam todos os que se dedicam à preservação e valorização do patrimônio cultural e natural no mundo. Ela também lembrou que no próximo ano a Convenção do Patrimônio Mundial de 1972 cumprirá 40 anos e ainda é em um importante instrumento para a cooperação internacional. Nos próximos 10 dias, delegações internacionais vão discutir e avaliar 37 novas candidaturas à Lista do Patrimônio Mundial. A reunião será marcada, ainda, pela avaliação do estado de conservação de 135 sítios já inscritos, além de 84 que estão na Lista de patrimônio em perigo. Atualmente, a Lista do Patrimônio Mundial possui 911 sítios inscritos, sendo 704 culturais, 180 naturais e 27 bens mistos.

O Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – Iphan faz parte da delegação brasileira que, neste ano, encerra sua participação como membro do Comitê. O Brasil avalia positivamente essa participação durante o seu mandato, considerando sua contribuição para a reflexão sobre temas novos, como o da paisagem cultural urbana, que tem na candidatura da cidade do Rio de Janeiro sua máxima expressão. A proposta apresentada pelo Iphan à UNESCO será avaliada em 2012. Ainda como membro do Comitê, o Brasil aderiu à estratégia da Unesco de descentralizar e apoiar as ações do Centro do Patrimônio Mundial, e criou o Centro Lucio Costa dedicado à formação e pesquisa aplicada na gestão do patrimônio para os países de língua portuguesa e espanhola da América do Sul, África e Ásia. Também obteve a inscrição da Praça de São Francisco, em São Cristóvão, no estado de Sergipe, à Lista do Patrimônio Mundial e estabeleceu marcos de cooperação técnica internacional com os países da região, preferencialmente os integrantes do Mercosul Cultural e dos PALOPS – países africanos de língua oficial portuguesa. Ocupou, ainda, a Presidência do Comitê do Patrimônio Mundial, quando trouxe para o Brasil a 34ª Reunião do Comitê, em 2010, em Brasília, a qual contou com a presença de mais de 180 delegações de países que ratificaram a Convenção do Patrimônio Mundial, momento em que o Brasil defendeu a incorporação da 6ª “C”,  de Cooperação – como estratégia para fortalecer as relações internacionais e a cooperação e assistência técnica entre os países que ratificaram a Convenção, em especial no universo da cooperação sul-sul, isto é, entre os países em desenvolvimento, a exemplo do que o Brasil, por intermédio do Iphan e com o apoio da Agência Brasileira de Cooperação, já vem realizando com os países latino-americanos e africanos.

No primeiro dia de reunião o destaque foi para o posicionamento do Conselho Executivo da Unesco de não acatar a idéia inicial de criar um instrumento específico para a paisagem cultural. O tema deverá ser tratado no âmbito da Convenção do Patrimônio Mundial, como defendeu o Brasil, por meio do Iphan, em seu posicionamento técnico apresentado à Delegação Permanente do Brasil junto à Unesco.

Fonte: ARIN – Assessoria de Relações Internacionais/Iphan.

Já está aberto o período de pré-inscrições para o II Encontro Nacional de Educação Patrimonial cujo tema é Perspectivas e estratégias para uma Política Nacional de Educação Patrimonial. A pré-inscrição é vai otimizar a avaliação das propostas de apresentação de trabalhos no evento, uma vez que a abertura oficial das inscrições para o encontro foi adiada para o dia 13 de junho.

O II Encontro Nacional de Educação Patrimonial será realizado de 17 a 21 de julho de 2011, no Centro de Artes e Convenções da Universidade Federal de Ouro Preto UFOP, dentro das atividades do Festival de Inverno de Ouro Preto e Mariana – MG, e tem como objetivo avaliar o desenvolvimento do tema da Educação Patrimonial e traçar estratégias para a construção e pactuação de uma política nacional nesse campo que favoreça a consolidação do Sistema Nacional do Patrimônio Cultural. Assim, o Encontro tem o intuito de dar continuidade ao trabalho de fortalecimento e integração dos agentes, estudiosos e interessados em educação patrimonial em setores amplos da sociedade civil e do Estado em suas diversas esferas. Desta forma, será possível construir uma rede que envolva profissionais, instituições, iniciativa privada, estudantes e grupos da comunidade em um trabalho conjunto com vistas à valorização do patrimônio cultural brasileiro como elemento chave para a identidade nacional e para o desenvolvimento sustentável que permanece, preserva e educa para a cidadania.

A inscrição terá o valor de R$15,00 (quinze reais). A ficha de inscrição está disponível em http://migre.me/50gbE, e deverá ser preenchida e encaminhada ao e-mail: educacaopatrimonial.encontro@gmail.com.
A Casa do Patrimônio de Ouro de Preto encaminhará um e-mail de confirmação do recebimento da ficha às pessoas que fizerem a pré-inscrição, que já terão sua inscrição oficial automaticamente realizada, não havendo a necessidade de fazê-la pelo site do Festival de Inverno de Ouro Preto. As inscrições só serão confirmadas após o pagamento do boleto bancário, que estará disponível no site do festival (http://www.festivaldeinverno.ufop.br/) a partir do dia 13 de junho, e que poderá se acessado através do número de CPF.

O evento vai reunir técnicos do Iphan, representantes da Rede Casas do Patrimônio e outros agentes comprometidos em alicerçar uma política nacional que oriente programas, projetos e ações no campo da Educação Patrimonial em âmbito nacional. A estimativa é a participação de 220 pessoas nas diversas atividades do Encontro. Serão disponibilizadas 150 vagas em cota aberta para participação do público em geral e ainda serão selecionados 50 posteres para exposição durante o evento. Os técnicos do Iphan serão indicados ao Departamento de Articulação e Fomento do Iphan – DAF pelas Superintendências e Unidades Especiais.

Festival de Inverno de Ouro Preto e Mariana
O primeiro Festival de Inverno de Ouro Preto ocorreu em 1967, a partir da iniciativa de professores da escola de Belas Artes da Universidade Federal de Minas Gerais – UFMG para levar a arte à coletividade. Realizado mesmo durante a ditadura militar, o Festival criou espaços para o debate e reflexão. Em 2004, a Universidade Federal de Ouro Preto assumiu a realização do Festival, envolvendo também a cidade de Mariana com a proposta de integração das atividades culturais nas duas primeiras capitais de Minas Gerais. Ainda hoje, o caráter artístico e educacional valoriza o espírito coletivo e garante a continuidade do processo de repensar praticas salvaguardando as bases culturais que constituem a sociedade, seus valores e a continuidade de sua história.

Todas as atividades do festival são pensadas e executadas a partir de um eixo temático. Em 2011, o tema 300 anos das Vilas de Minas homenageia Ouro Preto, Mariana e Sabará, pelo legado de história e cultura. Cidades reconhecidas como Patrimônio Cultural Brasileiro, sendo Ouro Preto também reconhecida como Patrimônio Mundial, têm como grande desafio a valorização de seus bens culturais, importantes na construção da memória e identidade nacional.

As primeiras vilas mineiras, conhecidas como Vilas do Ouro foram fundadas no século XVIII, em 1711: as vilas de Ribeirão do Carmo (Mariana), Vila Rica (Ouro Preto) e Vila Real N. Sra. Da Conceição (Sabará). Hoje, são reconhecidas pelos historiadores como representantes da terceira onda civilizatória nas Américas, antecedida apenas pelos Astecas e Incas. Desta forma, o Festival celebra a grande importância das minas gerais, que desde suas origens contribui para o processo histórico brasileiro, principalmente pelo estilo de vida e de arte singular. No período de 8 a 24 de julho museus, exposições, filmes, peças teatrais, oficinas, seminários, gastronomia, artesanato, ecoturismo e shows vão formar um grande circuito de arte e cultura brasileira, tendo como referência o estado de Minas Gerais considerado, por sua diversidade, a síntese do país.

A Curadoria de Patrimônio e o Iphan
Esse ano, o Iphan inaugura sua participação na Curadoria de Patrimônio através da parceria com a UFOP em decorrência de sua atuação regional no campo da Educação Patrimonial chancelada como Casa do Patrimônio. Sendo assim, a curadoria, ao considerar a abrangência das atuações do Iphan, selecionou oficinas, instalações e exposições que contemplam a diversidade cultural e oferecem ao público a possibilidade de vivenciar e refletir sobre as questões referentes ao patrimônio histórico e artístico nacional.

O 300 anos das Vilas de Minas inspira a recepção de profissionais, estudiosos e cidadãos comprometidos com a formação crítica para a valorização, preservação e ressignificação dos patrimônios nacionais durante o II Encontro Nacional de Educação Patrimonial. Durante o encontro, a curadoria pretende reunir as experiências dos diversos segmentos para delinear a Educação Patrimonial no país. Assim, reunir arte, história, cultura, natureza, educação e política é o desafio encampado pela curadoria nessa proposta de intervenção patrimonial no Festival de Inverno de Ouro Preto e Mariana em 2011.

PROGRAMAÇÃO II ENCONTRO NACIONAL DE EDUCAÇÃO PATRIMONIAL: estratégias para a implantação de uma Política Nacional.

http://www.festivaldeinverno.ufop.br/2011/?page_id=378

Mais informações
Assessoria de Comunicação Iphan
Adélia Soares – adelia.soares@iphan.gov.br
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Fonte: Ascom/ CODEP

A Casa do Patrimônio de João Pessoa/PB lança Blog para divulgação de atividades, ações e do patrimônio.

A Casa do Patrimônio de João Pessoa é uma ação articulada entre a Superintendência do Iphan na Paraíba e a Coordenadoria do Patrimônio Cultural de João Pessoa (Copac/PMJP), com a finalidade de promover ações de educação patrimonial na cidade. Entre os projetos da Casa do Patrimônio, está sendo desenvolvido o Programa de Educação Patrimonial “João Pessoa, Minha Cidade”, que tem como objetivo favorecer a reflexão sobre a relação dos cidadãos com o patrimônio cultural de modo a construir alternativas auto-sustentáveis de valorização e preservação dos bens culturais e, neste sentido, promove e realiza ações de educação patrimonial nas escolas e nos bairros da cidade.

As ações do programa são desenvolvidas de forma compartilhada e sistemática, com a realização de oficinas; produção e distribuição de material didático; promoção de capacitação para professores, monitores, alunos e gestores culturais, entre outras atividades.

Visitem o Blog

http://casadopatrimoniojp.wordpress.com/

 Rede Juvenil do Patrimônio Mundial – REJUPAM terá representação na programação cientifica do VII ENCONTRO DE ESTUDOS MULTIDISCIPLINARES EM CULTURA a realizar-se no período de 3 a 6 de agosto de 2011 em Salvador.

  O artigo “Participação social dos jovens na valorização do Patrimônio Cultural“ produzido por Mariana Nery e Giordanna Santos fará parte dos trabalhos apresentados no eixo temático Patrimônios Culturais e Memórias. Este artigo apresenta o importante processo de tecedura da REJUPAM, desde sua criação, em julho de 2010, e como o trabalho em rede vem se articulando em prol da gestão, valorização e preservação do patrimônio cultural.

A REJUPAM foi um dos desdobramentos do Fórum Juvenil do Patrimônio Mundial realizado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – Iphan no período de 16 a 26 de julho de 2010. O Fórum contou com a participação de 45 jovens – representantes dos 27 estados brasileiros e cinco países da América do Sul (Chile, Argentina, Uruguai, Paraguai e Colômbia) – entre eles Mariana Nery e Giordanna Santos autoras do artigo. O Fórum percorreu três estados e o Distrito Federal, passando por cinco cidades Patrimônio Mundial – Foz do Iguaçu-PR, São Miguel das Missões-RS, Cidade de Goiás-GO e Brasília-DF – com uma passagem por San Ignácio na Argentina. Este formato de evento teve como objetivo apresentar aos envolvidos várias facetas dos Patrimônios e, desta forma, suscitar a reflexão e o debate sobre conceitos como: patrimônio, memória, identidade, cidadania e protagonismo. O Fórum instituiu, portanto, um espaço múltiplo de experimentação e construção de olhares sobre a temática. Durante o processo foram apresentados alguns produtos entre eles o curta “Sou Jovem, meu patrimônio é o Mundo”, que pode ser acessado –http://www.youtube.com/watch?v=fvDSugY79lM e a Carta Brasil-Brasília.

A partir desse processo foi articulada a REJUPAM, que ressalta a participação ativa e o envolvimento da comunidade nos processos de gestão dos bens culturais. A Rede enfatiza também o protagonismo juvenil na formulação de políticas públicas de salvaguarda e proteção do patrimônio cultural, além de apontar as novas ferramentas disponíveis para viabilizar esta empreitada: o Audiovisual e as mídias sociais, como instrumentos de registro e difusão dos bens culturais.

Originalmente, publicado em Blog Educação Patrimonial

http://educacaopatrimonial.wordpress.com/2011/05/17/rede-juvenil-do-patrimonio-mundial-%E2%80%93-rejupam-participa-vii-enecult/

Para podermos falar sobre o patrimônio cultural indígena é preciso entendermos qual a real situação que os índios vivem no Brasil. Muitas comunidades tem uma terra improdutiva e que não atingem o tamanho necessário para abrigar as famílias. Algumas desses comunidades para fugirem de uma situação mais grave viram no turismo uma alternativa para aumentar suas rendas e poderem sobreviver com dignidade. Porém, a atividade turística realizada de forma desorganizada e sem estudos de capacidade de carga pode fazer com que os indígenas se prendam ao turismo como única forma de renda e acabem sendo consumidos por ele, uma vez que quanto mais turistas estiverem dentro da comunidade indígena, mais tempo os índios terão que parar suas atividades diárias para dar atenção aos turistas.

O próprio artesanato típico dos indígenas está virando um comércio onde os índios passam a ser vendedores e acabam com as reais características do artesanato. Mais uma vez, quanto mais turistas comprarem o artesanato, mais tempo os índios ficarão somente produzindo o artesanato e deixando de lado suas danças e festas.

Claro que sabemos que as culturas são dinâmicas e que há um intercambio natural durante os anos, mas o que queremos alertar aqui é que os índios podem perder, num processo não natural, seu patrimônio cultural imaterial à medida que estão a mercê de um turismo desorganizado que os colocam constantemente em contato com os turistas.

O patrimônio cultural indígena é muito rico e merece muita atenção. O turismo é uma alternativa muito interessante para as comunidades indígenas, porém a atividade tem que ser planejada de forma a minimizar os impactos negativos que possa causar ao patrimônio cultural imaterial da comunidade.

Algumas comunidades utilizam o turismo como forma de resgate do patrimônio cultural que já havia sido esquecido diante da cultura capitalista. Essas comunidades são grandes exemplos para todas as outras que mantém suas tradições, mas que estão se perdendo dentro da grande indústria turística.

O turismo tem que ser uma alternativa e não a única saída dessas famílias, para isso é indispensável que haja um engajamento dos estudiosos do tema junto aos índios, identificando as reais necessidades da comunidade e verificando junto aos índios o que eles querem mostrar de suas culturas, assim, juntamente com outros estudos como de capacidade de carga, é possível realizar um turismo de modo sustentável e que venha a contribuir para a comunidade indígena de forma positiva, sem comprometer seu patrimônio cultural ao longo do tempo.

Por Luciana Gomes – São Paulo/BRASIL

Turismóloga

Membro da Rede Juvenil Pelo Patrimônio Mundial

Para poder hablar del patrimonio cultural indígena es preciso entender la  situación real en que los indígenas  viven en Brasil. Muchas comunidades tienen tierras improductivas que   no les alcanza  para albergar a sus familias. Algunas de estas comunidades con el fin de escapar de una situación más grave, ven  el turismo como una alternativa para aumentar sus ingresos y sobrevivir con dignidad. Sin embargo, el turismo llevado a cabo al azar y sin estudios de sostenibilidad  puede provocar que los indígenas  se aferren al turismo como la única forma de ingreso y termine n siendo consumidos por él,  toda vez que a mayor cantidad de turistas dentro de la comunidad indígena, más tiempo tendrán que  interrumpir sus actividades diarias para atenderlos.

Incluso,  la artesanía indígena se está convirtiendo en un comercio donde los indígenas  pasan a ser vendedores y terminan actuando simplemente como un negocio de artesanía. Una vez más, cuantos más turistas compren artesanías, más tiempo pasarán los indígenas produciéndola, dejando de lado sus bailes y fiestas

Sabemos que las culturas son dinámicas y que hay un intercambio natural durante los años, pero lo que queremos aquí es advertir que los indígenas  pueden perder, en un proceso natural, su patrimonio cultural inmaterial a  medida que estén a merced de un turismo desordenado que los colocan constantemente en contacto con los turistas.

El patrimonio cultural indígena es muy rico y merece mucha atención. El turismo es una alternativa muy interesante para las comunidades indígenas, pero la actividad tiene que ser planeada para reducir al mínimo los impactos negativos que puede causar en el patrimonio cultural inmaterial de la comunidad.

Algunas comunidades están utilizando el turismo como una forma de salvar el patrimonio cultural que había sido olvidado dentro de   la cultura capitalista. Estas comunidades son grandes ejemplos para todos aquellos que mantienen sus tradiciones, pero que se pierden dentro de la industria del turismo de gran tamaño.

El turismo tiene que ser uma  alternativa y no la única salida de estas familias, para eso es indispensable que haya um compromiso de los expertos  en este campo junto con los indígenas  para identificar las necesidades reales de su cultura, así como también  ver  la posibilidad de hacer un turismo sustentable que contribuya con la comunidad indígena en forma positiva, sin comprometer su patrimônio cultural a través del tiempo.

Por el Luciana Gomes – São Paulo/BRASIL

Turismóloga

Miembro de la Red de Jovenes por el Patrimonio Mundial

Tradaccion por Silvana Zeppelin

Neste terça feira, dia 09 de outubro, a galera do patrimônio elegeu a nova marca da rede. Aquele que a representará e identificará mundo a fora. Aqui estamos para apresentá-la a todos e suas características.

En este martes, 09 de octubre los participantes del foro elegido una nueva marca para la red. La marca representar e identificar la red en todo el mundo. Estamos aquí para presentarla a todo el mundo y sus características.

Leitura de Logotipo:

Buscou-se direcionar pelos propósitos da Rede e sobre aquilo que ela é. é importante pensá-la como um órgão mundial, por isso o círculo que remete ao globo terrestre. Deixa-se implícito o conceito de rede enquanto fios que se entrelaçam nos caminhos que as oito formas conduzem. Caminhos, fios, espaço compartilhado e infinito, pois a delimitação não existe fisicamente, as formas estão em compartimantos de si mesmas, mas não estão  retidas por nada. Isto representa fluidez, bem como os cortes também remetem: podem-se ver rios envolvendo as formas, espaços abertos de respiro e liberdade. Procuro com isso representar uma rede livre, sem nós ou amarras. Há significado também no número de formas. São oito (8) porque este é o número que representa o todo e o infinito. Se olharmos o número oito, ele é como um fio que se entrelaça em si. Sem início nem final. Temos assim todos os países do Mundo, e não só aqueles pioneiros na formação da rede. Não há também remetente a nenhum país em especial, de forma que nenhum é “beceficiado” visualmente no logo. as cores representam a diversidade de nacionalidades, etnias, gêneros, culturas, identidades… Abraçando assim os diversos patrimônios que nos unem e nos compôem. Outro ponto: é uma rede jovem. Jovens são definidos por sua alegria, além de tudo. Por que então não demonstrar isso em nossa identidade visual? O colorido remete à jovialidade. Caímos então em um dilema! [?]. Somos jovens, somos alegres, mas somos sérios e comprometidos também. De que forma isso se apresenta? Pelo tipo (letra, fonte) empregado. Foi utilizado uma fonte que contrastasse com o símbolo de forma a reforçar os conceitos já discutidos, mas que não desequilibrasse a imagem. O texto em preto vem para equilibrar o tom, e a fonte com contornos que remetem ao clássico procura representar nosso compromentimento e seriedade, sem que isso impeça o jeito jovem de ver e fazer as coisas. A fonte porém, apesar desta inicial impressão sóbria, transpassa uma certa variabilidade em suas curvas assimétricas e não lineares. Combina portanto com a proposta dos caminhos (fios) que se desenrolam e se entrelaçam com subjetividade. Por último, há que se observar que o logo se resolve em si mesmo, propiciando que aquele que o vir identifique a sigla e seu significado, complementando-se mutuamente.

 

O Logotipo é uma criação de Simião Castro (Timbor), da equipe de Mídias Sociais

 

Lectura del Logotipo:

 

Trato de apuntar a los efectos de la Red, en donde es importante pensar en ella como un organismo mundial, por lo que el círculo se refiere al mundo. Queda implícito en el concepto de la red, que  los cables que se entrecruzan  simbolizan conductas. Caminos, discusiones, espacios compartidos y el infinito, porque la división no existe físicamente, las formas  están compartidos  en  sí mismos, pero no son atrapados por nada. Esto representa fluidez y  señala que  puedes ver las formas de participación de los ríos, espacios abiertos y la libertad de respirar. Trato  de representar a una red libre, sin nudos o lazos. También hay significado  en el número de formas. Hay ocho (8), ya que este es el número que representa la totalidad y lo infinito. Si nos fijamos en el número ocho, que es como un hilo que se teje sin principio ni fin. Tenemos así  todos los países del mundo, no sólo a los pioneros en la formación de la red. Existe también la posibilidad de incluir  a cualquier país en particular, por lo que no hay otro “beneficiado” en el logotipo. Los colores representan la diversidad de nacionalidades, etnias, géneros, culturas, identidade…Escucharpara abrazar así la diversidad que nos conforma y une. Leer fonéticamente

Otro punto: se trata de una red de jóvenes. Los jóvenes son definidos por su alegría, después de todo. ¿Por qué no mostrarlo en nuestra identidad visual? El color se refiere a la jovialidad. Entonces caemos en un dilema! [?]. Somos jóvenes, somos alegres , pero somos  serios  y comprometidos también. ¿Cómo se representa esto? Por tipo (letra, fuente) empleado. Se utilizó una fuente que contraste con el símbolo para reforzar los conceptos ya discutidos, pero sin desequilibrar la imagen. El texto en negro es para  equilibrar el tono, y la fuente con contornos que recuerdan lo  clásico pretende representar nuestro compromiso  y seriedad, sin que eso impida la forma joven de ver y hacer las cosas. La fuente sin embargo, a pesar de esta impresión inicial sobria, supera una cierta variabilidad en sus curvas asimétricas y no lineales. Por lo tanto, se combina con la propuesta de los caminos (cables) que se despliegan y se entrelazan con la subjetividad. Por último, cabe observar que el logo se resuelve en sí mismo, propiciando que aquello  que identifique a la sigla sea su significado, complementándose mutuamente.

 

El logotipo es una creación de Simião Castro (Timbor), un miembro del equipo de Medios de Comunicación Social

Traduccion de Silvana Zeppellin